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Unidigrazz - Coletivo artístico
31 de Maio de 2022
Cultura
O coletivo artístico composto por artistas multidisciplinares (fotógrafos, ilustradores, realizadores, grafiti writers e outras mentes criativas) dão voz e alma ao que foi inicialmente pensado como uma vibe.
Diogo Gazella Carvalho, João Tristany, Nuno Trigueiros (Onun Trigueiros), Bruno Teixeira (Sepher AWK) e Rappepa Bedju Tempu são os protagonistas principais por trás de um movimento cultural urbano que tem vindo a ser reconhecido seriamente pela sua arte.
O sucesso entre a comunidade apreciadora de cultura street e contemporânea revela que estes artistas com as suas visões vincadas e alargadas chegarão cada vez mais alto, as vivências em grupo na Linha de Sintra e o olhar sobre as desigualdades existentes por toda a margem de Lisboa fazem deles a prova de que a sorte se conquista com trabalho, dedicação e sem medo de sentir.
Além da arte que eles mesmos transmitem pelo seu pensamento e movimento criado, foi possível assistir à exposição “Linha Imaginária” que decorreu até ao início de 2022 no Museu das Artes de Sintra (MU.SA). É ainda possível assistir à exposição “Interferências” – Culturas Urbanas Emergentes que decorre até 5 de setembro, no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa.
A mais recente expressão de arte além-fronteiras dos Unidigrazz, foi a participação no festival Iminente, em Marselha, França. A coleção criativa contemporânea e descontraída do grupo decorreu nos dias 21 e 22 de maio debruçada sob o mediterrâneo no MuCEM (Museu das Civilizações da Europa e do Mediterrâneo). Em forma de estendal de roupa, Kintal, é uma peça que traduz a ligação existente entre a pessoa e o espaço – a forma como se expõem e expressam.
O coletivo tem como objetivo mostrar as pessoas que é possível sonhar, que existem lugares inimagináveis com cultura e que não é necessário ir ao que é conhecido e ao normalizado centro urbano para consumir cultura. Com este pensamento e atitude revelam na sua peça, que, “No kintal, se brinca, se vive, se resiste. De resistência se veste o digra, se protege e respira. O estendal serve pra pendurar, mostrar e refletir. Do ser que existe sem ser visto, vestido de amor e de alma”.
Diogo Gazella Carvalho, João Tristany, Nuno Trigueiros (Onun Trigueiros), Bruno Teixeira (Sepher AWK) e Rappepa Bedju Tempu são os protagonistas principais por trás de um movimento cultural urbano que tem vindo a ser reconhecido seriamente pela sua arte.
O sucesso entre a comunidade apreciadora de cultura street e contemporânea revela que estes artistas com as suas visões vincadas e alargadas chegarão cada vez mais alto, as vivências em grupo na Linha de Sintra e o olhar sobre as desigualdades existentes por toda a margem de Lisboa fazem deles a prova de que a sorte se conquista com trabalho, dedicação e sem medo de sentir.
Além da arte que eles mesmos transmitem pelo seu pensamento e movimento criado, foi possível assistir à exposição “Linha Imaginária” que decorreu até ao início de 2022 no Museu das Artes de Sintra (MU.SA). É ainda possível assistir à exposição “Interferências” – Culturas Urbanas Emergentes que decorre até 5 de setembro, no MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa.
A mais recente expressão de arte além-fronteiras dos Unidigrazz, foi a participação no festival Iminente, em Marselha, França. A coleção criativa contemporânea e descontraída do grupo decorreu nos dias 21 e 22 de maio debruçada sob o mediterrâneo no MuCEM (Museu das Civilizações da Europa e do Mediterrâneo). Em forma de estendal de roupa, Kintal, é uma peça que traduz a ligação existente entre a pessoa e o espaço – a forma como se expõem e expressam.
O coletivo tem como objetivo mostrar as pessoas que é possível sonhar, que existem lugares inimagináveis com cultura e que não é necessário ir ao que é conhecido e ao normalizado centro urbano para consumir cultura. Com este pensamento e atitude revelam na sua peça, que, “No kintal, se brinca, se vive, se resiste. De resistência se veste o digra, se protege e respira. O estendal serve pra pendurar, mostrar e refletir. Do ser que existe sem ser visto, vestido de amor e de alma”.
Fonte: JF Algueirão Mem Martins


